Acidente escorpiônico: classificação, soro e conduta no PCDT 2026 do Ministério da Saúde
Por Mateus Cavarzan, médico. Publicado em . Conferido na fonte original em .
O Ministério da Saúde publicou em 2026 o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas dos Acidentes Escorpiônicos, aprovado pela Portaria SECTICS/MS nº 59, de 1º de agosto de 2025, depois de recomendação unânime da Conitec. O protocolo mantém a classificação em leve, moderado e grave que o Ministério já usava (o Quadro 1 tem como fonte o Ofício Circular nº 4/2016) e as doses de soro do manual da Funasa de 2001: três frascos-ampolas no caso moderado e seis no grave, nunca mais de seis, em qualquer idade. A revisão das evidências não justificou mudar essas doses.
O que cai em prova está nos detalhes: o tempo de observação (4 horas sem clínica, 6 a 12 horas no caso leve, 24 horas depois do soro), a criança de até 10 anos, sobretudo abaixo de 7, entre os determinantes de gravidade, a analgesia escalonada pela escala de dor, o quadro neurológico dos acidentes amazônicos por Tityus obscurus, tratado com o mesmo soro mais benzodiazepínico, e o soro antiaracnídico como alternativa na falta do antiescorpiônico ou na dúvida com a aranha-armadeira. Os 25 flashcards seguem as seções do protocolo.
Da picada à alta: classificação e conduta
| Quadro | Manifestações | Conduta e observação |
|---|---|---|
| Sem clínica de envenenamento | Ausência de manifestações clínicas. | Observação por 4 horas e reavaliação. Sem clínica de envenenamento, alta. |
| Leve | Dor, eritema, parestesia, sudorese. Ocasionalmente náusea, vômito, agitação e taquicardia discretas, relacionadas à dor. | Sem soro. Analgesia conforme a escala de dor, controle de náuseas, compressa morna. Observação por 6 a 12 horas. |
| Moderado | Quadro local com manifestações sistêmicas de pequena intensidade: sudorese, náuseas, alguns episódios de vômitos, redução ou aumento da frequência cardíaca, aumento da pressão arterial e agitação. | Soro antiescorpiônico (ou antiaracnídico) 3 frascos-ampolas, por via intravenosa. Internação por no mínimo 24 horas. |
| Grave | Inúmeros episódios de vômitos, sudorese profusa, bradicardia ou taquicardia, hipo ou hipertensão, sialorreia, agitação alternada com sonolência, taquidispneia, priapismo, convulsões, insuficiência cardíaca, edema agudo de pulmão. | Soro 6 frascos-ampolas, nunca mais que isso. Internação em UTI com monitoramento contínuo por no mínimo 24 horas; se não houver UTI, monitorar na unidade conforme os recursos. |
| Espécies amazônicas (T. obscurus) | Manifestações predominantemente neurológicas: mioclonia, disartria, ataxia de marcha e sensação de choque elétrico, não contempladas nas classificações. | Mesmo soro antiescorpiônico, pela gravidade. Sintomas que persistem após o soro: benzodiazepínico (diazepam) para as mioclonias. Urina para mioglobinúria (rabdomiólise) e escalas neurológicas (Glasgow, Ashworth modificada, ICARS) para acompanhar os déficits. |
25 flashcards para revisar
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Diagnóstico
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01
Como se faz o diagnóstico do acidente escorpiônico? Existe exame que confirme o veneno?
O diagnóstico é fundamentalmente clínico-epidemiológico. Não há recomendação de exame laboratorial para confirmar a presença do veneno; os exames complementares servem apenas para monitorar o quadro e detectar complicações.
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02
Qual é a manifestação mais comum da picada de escorpião e como ela costuma ser classificada?
A dor, que pode vir com parestesia e discreto edema local, pela ação de hialuronidases e metaloproteinases que degradam a matriz extracelular. Na maioria dos casos o acidente é classificado como leve, com possibilidade de reversão total do quadro.
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03
Como diferem os acidentes por Tityus serrulatus, T. stigmurus e T. bahiensis dos acidentes por espécies amazônicas?
As três primeiras causam alterações cardiovasculares, respiratórias, digestivas e neurológicas. As espécies da Região Amazônica, como T. obscurus, causam manifestações predominantemente neurológicas: mioclonia, disartria, ataxia de marcha e sensação de choque elétrico, por ação direta das toxinas no sistema nervoso central.
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04
Quais manifestações marcam o caso moderado e qual delas é sinal sensível de gravidade?
Sudorese, sialorreia, lacrimejamento, náuseas e vômitos. Os vômitos são sinal indicativo e sensível de gravidade. No Quadro 1, o moderado é o quadro local associado a manifestações sistêmicas de pequena intensidade: sudorese, náuseas, alguns episódios de vômitos, redução ou aumento da frequência cardíaca, aumento da pressão arterial e agitação.
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05
Quais são os sinais do caso grave?
Hipotermia, confusão mental, taquicardia, hipo ou hipertensão, insuficiência ventricular esquerda aguda, edema agudo de pulmão, dispneia, bradipneia, choque e convulsões. Vômitos incoercíveis e sialorreia podem persistir e se intensificar. A hipertermia também pode ocorrer. O Quadro 1 acrescenta inúmeros episódios de vômitos, sudorese profusa, bradicardia ou taquicardia, agitação alternada com sonolência, taquidispneia, priapismo e insuficiência cardíaca.
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06
Qual classificação orienta a dose do soro no Brasil e qual é a sua limitação?
A classificação em três níveis do Ministério da Saúde (leve, moderado e grave), do Ofício Circular nº 4/2016. O consenso internacional em quatro níveis é aceito pela comunidade científica, mas não está validado para orientar o soro no Brasil. Nenhuma das duas considera as manifestações neuromusculares dos escorpiões da Amazônia.
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07
Como é a classificação do consenso internacional?
Picada seca: só dor local, sem inoculação de veneno. Grau I: manifestações locais (erupção bolhosa, ardor, equimose, eritema, hiperestesia, prurido, necrose, dor, parestesia, púrpura ou petéquia, edema, formigamento). Grau II: manifestações menores, não ameaçadoras à vida (agitação, ataxia, convulsão, hipertensão, mioclonia, pancreatite, priapismo, salivação, sudorese, taquicardia, vômitos, entre outras). Grau III: pelo menos um sinal grave: insuficiência cardíaca (hipotensão, arritmia ventricular, bradicardia, colapso), insuficiência respiratória (cianose, dispneia, EAP) ou comprometimento neurológico (Glasgow de 6 ou menos sem sedativos e paralisia).
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08
Qual é o principal diagnóstico diferencial e como diferenciar?
O araneísmo, sobretudo pela Phoneutria (aranha-armadeira), que causa quadro local e sistêmico semelhante. A diferenciação é extremamente difícil: a armadeira tende a causar reação local mais evidente, com edema e dor intensa de difícil controle; o escorpião geralmente não deixa marca visível e o edema é incomum. Na dúvida, pode-se usar o soro antiaracnídico, que cobre Loxosceles, Phoneutria e Tityus.
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09
Quanto tempo observar conforme o quadro? E qual é o papel do CIATox?
Sem clínica de envenenamento: 4 horas. Caso leve: 6 a 12 horas, conforme a organização do serviço, para garantir que não haja comprometimento sistêmico. Caso que requer soro: 24 horas. Nos graves com instabilidade, UTI, mas a falta de UTI não pode impedir o atendimento. O CIATox deve ser consultado para identificação da espécie, classificação, diagnóstico diferencial, conduta, indicação de soro, transferência e prognóstico.
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10
Quais são os determinantes de gravidade?
Idade de 10 anos ou menos, especialmente abaixo de 7 anos, pela menor superfície corpórea; comorbidades como hipertensão, diabetes, cardiopatias e nefropatias (o tratamento do idoso não difere do adulto jovem); relação entre quantidade de veneno e peso, espécie do escorpião e tempo até o atendimento; concentração plasmática do veneno; e picada próxima a órgãos vitais, com retorno venoso mais lento nos membros inferiores.
Critérios do protocolo
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Quem entra no protocolo, quem recebe soro e o que fazer se a paciente estiver grávida?
Entram pacientes de todas as faixas etárias com manifestações compatíveis com picada de escorpião, independentemente da gravidade. A soroterapia é para os casos moderados ou graves por escorpiões do gênero Tityus. Se a paciente estiver grávida, o médico deve ser informado antes de iniciar o soro. Ficam excluídos os acidentes atribuídos a outros animais peçonhentos, respeitadas idade, hipersensibilidade e contraindicações de bula de cada medicamento.
Tratamento sintomático
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Qual é o primeiro cuidado no local da picada?
Lavar o local com água e sabão, evitando torniquete e a aplicação de qualquer substância não indicada pela equipe de saúde. Na unidade de saúde, o tratamento é orientado pelas manifestações clínicas.
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Como escalonar a analgesia?
Pela escala de dor, independentemente do soro. Na escala verbal numérica: 0 sem dor, 1 a 3 leve, 4 a 6 moderada, 7 a 10 intensa. Dor leve: dipirona oral. Dor moderada: pode-se optar pela dipirona intravenosa. Dor intensa: associar infiltração local de lidocaína a 2% sem vasoconstritor, repetível até três vezes em intervalos de 40 a 60 minutos. Recidiva da dor: associar opioide fraco. Compressa morna ajuda a reduzir a dor. Em crianças, a escala de faces costuma ser a preferida.
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Bloqueio anestésico e benzodiazepínico nos acidentes amazônicos: qual é a orientação?
Há incerteza sobre o bloqueio anestésico local nos acidentes por espécies amazônicas, porque pode intensificar a sensação de choque elétrico; as evidências não permitem recomendação. Benzodiazepínicos, como o diazepam, podem ser usados nesses acidentes para controlar as mioclonias.
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Como tratar desidratação, distúrbios metabólicos e vômitos?
Soro fisiológico com cautela, sobretudo em crianças, para evitar sobrecarga hídrica e choque cardiogênico. Hipocalemia e hiperglicemia tendem a se normalizar em até 24 horas após o soro antiveneno. Vômitos profusos que não cessam após a soroterapia: antieméticos, especialmente metoclopramida; como ela tem uso restrito em crianças e adolescentes, outros antieméticos podem ser usados na pediatria, com atenção a reações cardiológicas.
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O que fazer com a hipertensão arterial?
Costuma ser transitória e se normaliza após o tratamento específico, sem medicamento. Se persistir após o soro, podem ser considerados alfabloqueadores, vasodilatadores e bloqueadores de canais de cálcio.
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Como tratar insuficiência cardíaca, edema agudo de pulmão e choque?
Furosemida intravenosa na insuficiência cardíaca congestiva ou no EAP, com oxigenoterapia associada ou isolada. Hipotensão ou choque: aminas vasoativas, preferencialmente dobutamina; a milrinona pode ser usada se disponível. No choque misto (distributivo e cardiogênico), pode ser necessária noradrenalina, com cautela em crianças para noradrenalina e adrenalina. Ventilação mecânica pode ajudar. Insulina em altas doses não tem evidência que a justifique.
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Corticoide, antibiótico profilático e antitetânica: qual é a conduta?
Corticoide não: a dexametasona para a inflamação da picada só tem estudos pré-clínicos e não é recomendada, e o uso profilático de corticosteroides e anti-histamínicos antes do soro também não, porque não impede as manifestações alérgicas e elas são pouco frequentes. Antibiótico profilático não é recomendado; infecções secundárias são tratadas conforme a necessidade. A profilaxia antitetânica segue o esquema do Ministério da Saúde conforme o ferimento e a situação vacinal.
Soroterapia
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Quantos frascos-ampolas de soro em cada gravidade?
Leve: nenhum. Moderado: 3 frascos-ampolas. Grave: 6 frascos-ampolas. Não administrar mais que 6. A dose vale para qualquer faixa etária e o soro deve ser dado o mais cedo possível. As evidências sobre doses são heterogêneas (1 a 20 frascos nos estudos), e o protocolo manteve as doses do Ministério da Saúde, com uso racional.
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20
Qual é a via, a diluição e o tempo de infusão do soro?
Via intravenosa; intraóssea quando não houver acesso venoso. Diluir em soro fisiológico ou glicosado a 5% na proporção de 1:2 a 1:5, podendo ser 1:1; a diluição parece reduzir reações adversas. Infusão em 10 a 15 minutos ou em bolus a 8 a 12 mL/min, com atenção à sobrecarga hídrica em crianças com insuficiência cardíaca ou EAP. O soro antiaracnídico segue as mesmas regras, mas a infusão é mais lenta: 20 a 60 minutos.
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21
Qual é a diferença entre o soro antiescorpiônico e o soro antiaracnídico, e quando usar o segundo?
O antiescorpiônico (SAEsc) neutraliza 1,0 mg de veneno-referência de T. serrulatus por mL. O antiaracnídico (SAA) neutraliza, por mL, no mínimo 1,5 dose mínima mortal de veneno de T. serrulatus, 1,5 de Phoneutria nigriventer e 15 doses mínimas necrosantes de Loxosceles gaucho. No escorpionismo, o SAA é usado apenas na ausência do SAEsc ou quando não é possível diferenciar o acidente por Phoneutria do acidente por Tityus.
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22
O soro funciona igual nos acidentes amazônicos? O que fazer se os sintomas persistirem?
A efetividade parece diferir entre T. serrulatus e T. obscurus, por diferenças nas toxinas e nos epítopos, e sintomas amazônicos podem persistir após o soro produzido com antígeno de T. serrulatus, exigindo complemento sintomático com benzodiazepínico. Mesmo assim, recomenda-se o soro antiescorpiônico para qualquer escorpião do gênero Tityus. Após o soro, observar por no mínimo 24 horas; se as manifestações persistirem, reclassificar o quadro, ajustar e, se necessário, complementar o soro.
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Como lidar com reações ao soro e como conservá-lo?
Reações de hipersensibilidade precoce podem ocorrer, mas o agravamento é raro, talvez porque as manifestações adrenérgicas do envenenamento impeçam esses eventos; vão de reações cutâneas a broncoespasmo e insuficiência respiratória. Reações tardias, como a doença do soro (febre, urticária, erupções), exigem monitoramento e tratamento imediato. Diante de hipersensibilidade, considerar a interrupção, conforme orientação médica, e reinstituir o soro após a remissão dos sintomas. Conservar entre 2 °C e 8 °C, sem congelar, e usar imediatamente após abrir.
Monitoramento
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Quais exames pedir e quando?
Só na presença de manifestações sistêmicas, e a falta deles não impede o soro. Hemograma (leucocitose com neutrofilia é o achado mais comum), glicemia (hiperglicemia nas primeiras 24 horas, por resistência insulínica transitória; glicemia capilar nos pediátricos e potencialmente graves), eletrólitos (hipocalemia), amilase (hiperamilasemia), gasometria (acidose metabólica), ureia e creatinina. Urina rotina para glicosúria, cetonúria, hemoglobinúria e mioglobinúria, marcador de rabdomiólise sobretudo por T. obscurus. Lesão miocárdica: CK, CK-MB e troponina; NT-proBNP para insuficiência cardíaca, disponível no SUS só para adultos.
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Quais exames de imagem e eletrocardiograma estão indicados?
Radiografia de tórax para congestão, edema pulmonar e aumento da área cardíaca. Ecocardiograma para miocardite (redução da fração de ejeção, hipocinesia do ventrículo esquerdo, regurgitação mitral). Eletrocardiograma na admissão, especialmente em crianças, para arritmias, ondas U proeminentes e inversão de onda T. POCUS detecta cedo disfunção ventricular e EAP, mas não está disponível na rede. Tomografia de crânio quando há suspeita de AVC ou outra complicação neurológica, como na hemiplegia.
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Fonte
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas dos Acidentes Escorpiônicos. 1. ed., versão eletrônica. Brasília: Ministério da Saúde, 2026. 30 p. ISBN 978-65-5993-993-0. Aprovado pela Portaria SECTICS/MS nº 59, de 1º de agosto de 2025 (Relatório de Recomendação da Conitec nº 1.025, julho de 2025). Texto integral do PCDT (PDF, gov.br/conitec)
Material de estudo para provas de residência médica. Não substitui a leitura da diretriz nem define conduta para um paciente específico.