PK Y^]@Nlð @ @ collection.anki2SQLite format 3 @ .•É
Š
õ“Å:–O½vÔŠ H'aindexix_notes_csumnotes
CREATE INDEX ix_notes_csum on notes (csum)I'aindexix_revlog_cidrevlogCREATE INDEX ix_revlog_cid on revlog (cid)U
)yindexix_cards_schedcardsCREATE INDEX ix_cards_sched on cards (did, queue, due)E %]indexix_cards_nidcards
CREATE INDEX ix_cards_nid on cards (nid)I'aindexix_revlog_usnrevlog CREATE INDEX ix_revlog_usn on revlog (usn)E%]indexix_cards_usncardsCREATE INDEX ix_cards_usn on cards (usn)E%]indexix_notes_usnnotesCREATE INDEX ix_notes_usn on notes (usn)�!‚tablegravesgravesCREATE TABLE graves (
usn integer not null,
oid integer not null,
type integer not null
)ƒ…ktablerevlogrevlogCREATE TABLE revlog (
id integer primary key,
cid integer not null,
usn integer not null,
ease integer not null,
ivl integer not null,
lastIvl integer not null,
factor integer not null,
time integer not null,
type integer not null
)‡KŽutablecardscardsCREATE TABLE cards (
id integer primary key, /* 0 */
nid integer not null, /* 1 */
did integer not null, /* 2 */
ord integer not null, /* 3 */
mod integer not null, /* 4 */
usn integer not null, /* 5 */
type integer not null, /* 6 */
queue integer not null, /* 7 */
due integer not null, /* 8 */
ivl integer not null, /* 9 */
factor integer not null, /* 10 */
reps integer not null, /* 11 */
lapses integer not null, /* 12 */
left integer not null, /* 13 */
odue integer not null, /* 14 */
odid integer not null, /* 15 */
flags integer not null, /* 16 */
data text not null /* 17 */
)„_‰tablenotesnotesCREATE TABLE notes (
id integer primary key, /* 0 */
guid text not null, /* 1 */
mid integer not null, /* 2 */
mod integer not null, /* 3 */
usn integer not null, /* 4 */
tags text not null, /* 5 */
flds text not null, /* 6 */
sfld integer not null, /* 7 */
csum integer not null, /* 8 */
flags integer not null, /* 9 */
data text not null /* 10 */
)„‡wtablecolcolCREATE TABLE col (
id integer primary key,
crt integer not null,
mod integer not null,
scm integer not null,
ver integer not null,
dty integer not null,
usn integer not null,
ls integer not null,
conf text not null,
models text not null,
decks text not null,
dconf text not null,
tags text not null
)
¦ ¦ šW †”cˆe‘KT°KÙAîNKÙAîJ{
"activeDecks": [
1
],
"addToCur": true,
"collapseTime": 1200,
"curDeck": 1,
"curModel": "1425279151691",
"dueCounts": true,
"estTimes": true,
"newBury": true,
"newSpread": 0,
"nextPos": 1,
"sortBackwards": false,
"sortType": "noteFld",
"timeLim": 0
}{"1607392811": {"css": ".card{font-family:Georgia,serif;font-size:22px;line-height:1.45;text-align:left;color:#1B1717;background:#FBF9F4;padding:18px}.q{font-weight:bold}.f{margin-top:18px;font-family:Arial,sans-serif;font-size:13px;color:#6E1423}", "did": 2506393724, "flds": [{"name": "Pergunta", "ord": 0, "font": "Liberation Sans", "media": [], "rtl": false, "size": 20, "sticky": false}, {"name": "Resposta", "ord": 1, "font": "Liberation Sans", "media": [], "rtl": false, "size": 20, "sticky": false}, {"name": "Fonte", "ord": 2, "font": "Liberation Sans", "media": [], "rtl": false, "size": 20, "sticky": false}], "id": "1607392811", "latexPost": "\\end{document}", "latexPre": "\\documentclass[12pt]{article}\n\\special{papersize=3in,5in}\n\\usepackage[utf8]{inputenc}\n\\usepackage{amssymb,amsmath}\n\\pagestyle{empty}\n\\setlength{\\parindent}{0in}\n\\begin{document}\n", "latexsvg": false, "mod": 1793358482, "name": "Atualiza\u00e7\u00f5es (Mateus Cavarzan)", "req": [[0, "all", [0]]], "sortf": 0, "tags": [], "tmpls": [{"name": "Cart\u00e3o", "qfmt": "
{{Pergunta}}
", "afmt": "{{FrontSide}}
{{Resposta}}
{{Fonte}}
", "ord": 0, "bafmt": "", "bqfmt": "", "bfont": "", "bsize": 0, "did": null}], "type": 0, "usn": -1, "vers": []}}{"1": {"collapsed": false, "conf": 1, "desc": "", "dyn": 0, "extendNew": 10, "extendRev": 50, "id": 1, "lrnToday": [0, 0], "mod": 1425279151, "name": "Default", "newToday": [0, 0], "revToday": [0, 0], "timeToday": [0, 0], "usn": 0}, "2506393724": {"collapsed": false, "conf": 1, "desc": "", "dyn": 0, "extendNew": 0, "extendRev": 50, "id": 2506393724, "lrnToday": [163, 2], "mod": 1425278051, "name": "Atualiza\u00e7\u00f5es 2026::Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025)", "newToday": [163, 2], "revToday": [163, 0], "timeToday": [163, 23598], "usn": -1}}{
"1": {
"autoplay": true,
"id": 1,
"lapse": {
"delays": [
10
],
"leechAction": 0,
"leechFails": 8,
"minInt": 1,
"mult": 0
},
"maxTaken": 60,
"mod": 0,
"name": "Default",
"new": {
"bury": true,
"delays": [
1,
10
],
"initialFactor": 2500,
"ints": [
1,
4,
7
],
"order": 1,
"perDay": 20,
"separate": true
},
"replayq": true,
"rev": {
"bury": true,
"ease4": 1.3,
"fuzz": 0.05,
"ivlFct": 1,
"maxIvl": 36500,
"minSpace": 1,
"perDay": 100
},
"timer": 0,
"usn": 0
}
}{} Ä öìâØÎÄ ‡:´˜ãû• !�#Œ-�
CMx2!oXKjc_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 O que são as metas 1-3-6 e 1-2-3, e qual delas o guia adota?1-3-6 é o marco de referência: triagem até o primeiro mês, diagnóstico até o terceiro e inÃcio da intervenção até o sexto. O guia registra o esforço para substituÃ-lo por metas mais audaciosas, como 1-2-3 (JCIH 2019), em serviços já estruturados na perspectiva da universalidade. Nos indicadores de qualidade, o guia mantém a conclusão do diagnóstico até os 3 meses de vida; na intervenção, diz que o ideal é começar até os 6 meses e admite, para redes em estruturação e por tempo restrito, uma meta flexÃvel não superior a 1 ano (OMS 2021).Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.1 e 4.5.2.2)O que são as metas 1-3-6 e 1-2-3, e qual delas o guia adota?…^´˜ãû• !�#ˆC�9
f9Pj#?}7V9_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Por que a TAN tem de ser universal, e não restrita aos bebês com indicador de risco?Porque só 50% dos casos confirmados de perda auditiva têm algum indicador de risco. A TAN deve ser feita dentro do primeiro mês de vida em todos os recém-nascidos. O objetivo é identificar o mais cedo possÃvel a perda auditiva unilateral ou bilateral com limiares acima de 35 dB na melhor orelha.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.1 e 4.5)Por que a TAN tem de ser universal, e não restrita aos bebês com indicador de risco?‡
´˜ãû• !�#ŠW‚
JnWlcfYcp!_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Qual é a prevalência da perda auditiva no recém-nascido, e como ela se compara à s outras doenças triadas na infância?De 1 a 6 neonatos para cada 1.000 nascidos vivos, e de 1 a 4 para cada 100 neonatos e lactentes egressos de UTI neonatal. Sem indicador de risco, a prevalência varia de 0,06 a 0,3 por 1.000. O espectro da neuropatia auditiva responde por cerca de 3% a 10% da surdez profunda na população pediátrica. Em comparação: fenilcetonúria 1:10.000, anemia falciforme 2:10.000, surdez 30:10.000.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 3 Contextualização)Qual é a prevalência da perda auditiva no recém-nascido, e como ela se compara à s outras doenças triadas na infância?‰´˜ãû• !�#Ž�G
Bkgn((o1Fl_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 O que é o Guia de Triagem Auditiva Neonatal de 2025 e qual é a base legal da TAN no Brasil?É o Guia para realização da Triagem Auditiva Neonatal (TAN) e seguimento assistencial, do Ministério da Saúde (1ª edição, 2025, versão eletrônica, 64 páginas), que atualiza as Diretrizes de Atenção da TAN de 2012. A TAN, o teste da orelhinha, é obrigatória para todos os recém-nascidos desde a Lei nº 12.303, de 2 de agosto de 2010, que determina o exame de emissões otoacústicas evocadas em todo recém-nascido. O guia se apoia ainda na PolÃtica Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (Portaria GM/MS 1.130/2015) e na PolÃtica Nacional de Atenção Integral à Saúde da Pessoa com Deficiência (Portaria GM/MS 1.526/2023).Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 1 Introdução, 3 Contextualização e ficha catalográfica)O que é o Guia de Triagem Auditi ´˜ãû•@ ´˜ãû•: ´˜ãû•2 ´˜ãû•, ´˜ãû•$ ´˜ãû•
Í ÕªT)þÓ¨}R'
ü
Ñ
¦
{
P
%úϤyN#øÍ $´˜ãû•G
¡Œ~ÊÆ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•E
¡Œ~ÊÄ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•C
¡Œ~Ê •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•A
¡Œ~ÊÀ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•?
¡Œ~ʾ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•=
¡Œ~ʼ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•;
¡Œ~ʺ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•9
¡Œ~ʸ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•7
¡Œ~ʶ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•5
¡Œ~Ê´ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•3
¡Œ~ʲ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•1
¡Œ~ʰ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•/
¡Œ~Ê® •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•-
¡Œ~ʬ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•+
¡Œ~ʪ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•)
¡Œ~ʨ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•'
¡Œ~ʦ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•%
¡Œ~ʤ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•#
¡Œ~Ê¢ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•!
¡Œ~Ê •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•
¡Œ~Êž •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•
¡Œ~Êœ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•
¡Œ~Êš •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•
¡Œ~ʘ •dˆ|jäz’ÿ$´˜ãû•
¡Œ~Ê– •dˆ|jäz’ÿ
í õêßÔɾ³¨�’‡|qf[PE:/$øí
ÿ¡Œ~ÊÆ
ÿ¡Œ~ÊÄ
ÿ¡Œ~ÊÂ
ÿ¡Œ~ÊÀ
ÿ¡Œ~ʾ
ÿ¡Œ~ʼ
ÿ¡Œ~ʺ
ÿ¡Œ~ʸ
ÿ¡Œ~ʶ
ÿ¡Œ~Ê´
ÿ¡Œ~ʲ
ÿ¡Œ~ʰ
ÿ¡Œ~Ê®
ÿ¡Œ~ʬ
ÿ¡Œ~ʪ
ÿ¡Œ~ʨ
ÿ¡Œ~ʦ
ÿ¡Œ~ʤ
ÿ¡Œ~Ê¢
ÿ¡Œ~Ê
ÿ¡Œ~Êž
ÿ¡Œ~Êœ
ÿ¡Œ~Êš
ÿ¡Œ~ʘ
ÿ¡Œ~Ê–
í õêßÔɾ³¨�’‡|qf[PE:/$øí
ÿ¡Œ~ÊÇ
ÿ¡Œ~ÊÅ
ÿ¡Œ~ÊÃ
ÿ¡Œ~ÊÁ
ÿ¡Œ~Ê¿
ÿ¡Œ~ʽ
ÿ¡Œ~Ê»
ÿ¡Œ~ʹ
ÿ¡Œ~Ê·
ÿ¡Œ~ʵ
ÿ¡Œ~ʳ
ÿ¡Œ~ʱ
ÿ¡Œ~ʯ
ÿ¡Œ~Ê
ÿ¡Œ~Ê«
ÿ¡Œ~Ê©
ÿ¡Œ~ʧ
ÿ¡Œ~Ê¥
ÿ¡Œ~Ê£
ÿ¡Œ~Ê¡
ÿ¡Œ~ÊŸ
ÿ¡Œ~Ê�
ÿ¡Œ~Ê›
ÿ¡Œ~Ê™
ÿ¡Œ~Ê—
p ðàÐÀ° �€p`P@0 ðàÐÀ° �€p ¡Œ~ÊÆ¡Œ~ÊÇ¡Œ~ÊÄ¡Œ~ÊÅ¡Œ~Ê¡Œ~ÊáŒ~ÊÀ¡Œ~ÊÁ¡Œ~ʾ¡Œ~Ê¿¡Œ~ʼ¡Œ~ʽ¡Œ~ʺ¡Œ~Ê»¡Œ~ʸ¡Œ~ʹ¡Œ~ʶ¡Œ~Ê·¡Œ~Ê´¡Œ~ʵ¡Œ~ʲ¡Œ~ʳ¡Œ~ʰ¡Œ~ʱ¡Œ~Ê®¡Œ~ʯ¡Œ~ʬ¡Œ~Ê¡Œ~ʪ¡Œ~Ê«¡Œ~ʨ¡Œ~Ê©¡Œ~ʦ¡Œ~ʧ¡Œ~ʤ¡Œ~Ê¥¡Œ~Ê¢¡Œ~Ê£¡Œ~Ê ¡Œ~Ê¡¡Œ~Êž¡Œ~ÊŸ¡Œ~Êœ¡Œ~Ê�¡Œ~Êš¡Œ~Ê›¡Œ~ʘ¡Œ~Ê™¡Œ~Ê–¡Œ~Ê—
> îÜʸ¦”‚p^L:(òàμª˜†tbP> •dˆ|¡Œ~ÊÇ •dˆ|¡Œ~ÊÅ •dˆ|¡Œ~Êà •dˆ|¡Œ~ÊÁ •dˆ|¡Œ~Ê¿ •dˆ|¡Œ~ʽ •dˆ|¡Œ~Ê» •dˆ|¡Œ~ʹ •dˆ|¡Œ~Ê· •dˆ|¡Œ~ʵ •dˆ|¡Œ~ʳ •dˆ|¡Œ~ʱ •dˆ|¡Œ~ʯ •dˆ|¡Œ~Ê •dˆ|¡Œ~Ê« •dˆ|¡Œ~Ê© •dˆ|¡Œ~ʧ •dˆ|¡Œ~Ê¥ •dˆ|¡Œ~Ê£ •dˆ|¡Œ~Ê¡ •dˆ|¡Œ~ÊŸ •dˆ|¡Œ~Ê� •dˆ|¡Œ~Ê› •dˆ|¡Œ~Ê™ •dˆ|¡Œ~Ê—
öìâØÎĺ°¦œ’ˆ~tj`VLB8.$ ¡Œ~ÊÆ ¡Œ~ÊÄ ¡Œ~Ê ¡Œ~ÊÀ ¡Œ~ʾ ¡Œ~ʼ ¡Œ~ʺ ¡Œ~ʸ ¡Œ~ʶ ¡Œ~Ê´ ¡Œ~ʲ ¡Œ~ʰ ¡Œ~Ê® ¡Œ~ʬ ¡Œ~ʪ ¡Œ~ʨ ¡Œ~ʦ ¡Œ~ʤ ¡Œ~Ê¢ ¡Œ~Ê ¡Œ~Êž ¡Œ~Êœ ¡Œ~Êš ¡Œ~ʘ ¡Œ~Ê–
8 uàú8 ‡:´˜ãû• !�#Œ-�
CMx2!oXKjc_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 O que são as metas 1-3-6 e 1-2-3, e qual delas o guia adota?1-3-6 é o marco de referência: triagem até o primeiro mês, diagnóstico até o terceiro e inÃcio da intervenção até o sexto. O guia registra o esforço para substituÃ-lo por metas mais audaciosas, como 1-2-3 (JCIH 2019), em serviços já estruturados na perspectiva da universalidade. Nos indicadores de qualidade, o guia mantém a conclusão do diagnóstico até os 3 meses de vida; na intervenção, diz que o ideal é começar até os 6 meses e admite, para redes em estruturação e por tempo restrito, uma meta flexÃvel não superior a 1 ano (OMS 2021).Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.1 e 4.5.2.2)O que são as metas 1-3-6 e 1-2-3, e qual delas o guia adota?…^´˜ãû• !�#ˆC�9
f9Pj#?}7V9_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Por que a TAN tem de ser universal, e não restrita aos bebês com indicador de risco?Porque só 50% dos casos confirmados de perda auditiva têm algum indicador de risco. A TAN deve ser feita dentro do primeiro mês de vida em todos os recém-nascidos. O objetivo é identificar o mais cedo possÃvel a perda auditiva unilateral ou bilateral com limiares acima de 35 dB na melhor orelha.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.1 e 4.5)Por que a TAN tem de ser universal, e não restrita aos bebês com indicador de risco?‡
´˜ãû• !�#ŠW‚
JnWlcfYcp!_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Qual é a prevalência da perda auditiva no recém-nascido, e como ela se compara à s outras doenças triadas na infância?De 1 a 6 neonatos para cada 1.000 nascidos vivos, e de 1 a 4 para cada 100 neonatos e lactentes egressos de UTI neonatal. Sem indicador de risco, a prevalência varia de 0,06 a 0,3 por 1.000. O espectro da neuropatia auditiva responde por cerca de 3% a 10% da surdez profunda na população pediátrica. Em comparação: fenilcetonúria 1:10.000, anemia falciforme 2:10.000, surdez 30:10.000.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 3 Contextualização)Qual é a prevalência da perda auditiva no recém-nascido, e como ela se compara à s outras doenças triadas na infância?‰´˜ãû• !�#Ž�G
Bkgn((o1Fl_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 O que é o Guia de Triagem Auditiva Neonatal de 2025 e qual é a base legal da TAN no Brasil?É o Guia para realização da Triagem Auditiva Neonatal (TAN) e seguimento assistencial, do Ministério da Saúde (1ª edição, 2025, versão eletrônica, 64 páginas), que atualiza as Diretrizes de Atenção da TAN de 2012. A TAN, o teste da orelhinha, é obrigatória para todos os recém-nascidos desde a Lei nº 12.303, de 2 de agosto de 2010, que determina o exame de emissões otoacústicas evocadas em todo recém-nascido. O guia se apoia ainda na PolÃtica Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (Portaria GM/MS 1.130/2015) e na PolÃtica Nacional de Atenção Integral à Saúde da Pessoa com Deficiência (Portaria GM/MS 1.526/2023).Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 1 Introdução, 3 Contextualização e ficha catalográfica)O que é o Guia de Triagem Auditiva Neonatal de 2025 e qual é a base legal da TAN no Brasil?
õ s )ç õ ‡j´˜ãû•$ !�#ŒC�Q
D?`-Enz>$b_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Quem decide se o resultado é passa ou falha, e quais condições o profissional precisa garantir?O próprio equipamento, pelos critérios de análise automática: o profissional não interpreta. Os exames são feitos sempre no módulo triagem, mesmo em aparelhos que fazem diagnóstico. Cabe ao profissional garantir ambiente silencioso (ruÃdo ambiental abaixo de 55 dB NPS), bebê dormindo ou muito tranquilo e sonda bem ajustada no meato acústico. Diante da falha, o exame automático não deve ser repetido em sequência na mesma orelha. A sonda é verificada diária ou semanalmente e o equipamento é calibrado ao menos uma vez por ano.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.2 e 4.4)Quem decide se o resultado é passa ou falha, e quais condições o profissional precisa garantir?ˆ:´˜ãû•" !�#Ž9}
Kr}(!+A5F-_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Quais exames são usados na TAN e o que cada um detecta?Emissões otoacústicas evocadas transientes (EOAT) e PEATE automático (PEATE-A). As EOAT têm alta sensibilidade e moderada especificidade e identificam alterações das células ciliadas externas, isto é, perda coclear; exigem integridade anatômica da orelha externa e não detectam perda retrococlear nem o espectro da neuropatia auditiva. O PEATE-A, em 30/35 dBNA, identifica já ao nascimento as alterações retrococleares e a neuropatia auditiva, mas usa eletrodos e leva mais tempo de preparo. As emissões por produto de distorção (EOAPD) entram quando as EOAT não estão disponÃveis. Testes comportamentais não são recomendados na TAN, pela subjetividade e pela alta taxa de falso-positivo.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.2 e 4.5.2)Quais exames são usados na TAN e o que cada um detecta?†B´˜ãû• !�#ŠK{
HhW*^V9jw>_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Por que o reteste passou a ser até o 15º dia de vida?Porque o diagnóstico confirmatório do citomegalovÃrus congênito só é possÃvel até a 3ª semana de vida. O reteste até o 15º dia favorece o diagnóstico laboratorial da infecção, da qual a perda auditiva é um dos principais sinais, e pode definir a possibilidade de tratamento especÃfico. O guia lista o reteste até o 15º dia entre os indicadores de qualidade, especialmente nos casos de suspeita de citomegalovÃrus.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.1 e 4.3.2 (orientações complementares))Por que o reteste passou a ser até o 15º dia de vida?‡´˜ãû• !�#‹Ys
f|(!.i}g8M_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Quando devem ser feitos o teste e o reteste da TAN?O teste, de preferência entre 24 e 48 horas de vida, ainda na maternidade, e sempre dentro do primeiro mês. O reteste, quando necessário, até o 15º dia de vida. As duas etapas devem ocorrer de preferência na maternidade; sem serviço estruturado, o gestor define fluxos alternativos e o recém-nascido sai com o encaminhamento ao serviço de referência. Para bebês com longa internação, como na UTI neonatal, a triagem é feita assim que houver condição clÃnica, antes da alta, e de preferência até o terceiro mês de vida.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.1 e 4.3.2)Quando devem ser feitos o teste e o reteste da TAN?
%
ÿ% ‡i´˜ãû•, !�#Œ;�W
CLM||`4!Tr_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Em que situações o recém-nascido vai direto ao diagnóstico audiológico, sem passar pela triagem?Em três: permanência de mais de três meses na UTI neonatal; malformação de orelha, mesmo que unilateral; meningite neonatal. Nesses casos a avaliação audiológica e o seguimento ficam com o serviço especializado ou CER. O guia descreve essas situações como casos em que o encaminhamento direto pode ocorrer. Já o bebê cuja internação prolongada, como na UTI neonatal, impediu a TAN no prazo habitual e que falha ao ser triado antes da alta é encaminhado de imediato ao serviço especializado ou CER, sem reteste.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.1, 4.3.2 e Quadro 1)Em que situações o recém-nascido vai direto ao diagnóstico audiológico, sem passar pela triagem?‡a´˜ãû•* !�#ŒC�?
w=]=#EHGCp_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Falha em uma só orelha: o que fazer no reteste, e o que acontece se a falha se mantiver?A falha em apenas uma orelha, em qualquer protocolo, obriga o reteste, feito com o mesmo procedimento em que houve a falha e sempre nas duas orelhas, de preferência no serviço que fez o teste. Se a falha se mantiver, mesmo que em uma só orelha, o bebê é encaminhado para avaliação audiológica no serviço especializado ou CER. Na alta, os pais já devem sair com o reteste agendado; no reteste com falha, já saem com o agendamento no serviço especializado ou CER, e a regulação e a APS do território precisam saber do encaminhamento.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.1, 4.3.1 e 4.3.2)Falha em uma só orelha: o que fazer no reteste, e o que acontece se a falha se mantiver?ˆ ´˜ãû•( !�#Œg�k
G=|>4@kT&C_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Bebê sem IRDA falhou na EOAT na maternidade. Dá para repetir ou fazer PEATE-A antes de mandar para o reteste?Dá. A repetição da EOAT é feita nas maternidades em que isso for possÃvel antes da alta, ainda na etapa teste, com intervalo mÃnimo de 10 a 12 horas, e vale o último resultado. Os bebês sem IRDA ou com IRDA1 que falham na EOAT podem ser submetidos de forma sequencial e imediata ao PEATE-A, para reduzir os encaminhamentos ao reteste; se o PEATE-A passar, esse resultado define a conduta. Como uma perda coclear leve não foi descartada, a APS precisa acompanhar o desenvolvimento e encaminhar para reavaliação se houver sinal de perda auditiva.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.3.1)Bebê sem IRDA falhou na EOAT na maternidade. Dá para repetir ou fazer PEATE-A antes de mandar para o reteste?…h´˜ãû•& !�#‰y
pBdcUUl.6#_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Qual é o protocolo de teste para cada grupo de risco?Sem IRDA (baixo risco) ou com IRDA1: EOAT antes da alta, para identificar perda coclear de qualquer grau. Com IRDA2: protocolo combinado, EOAT e PEATE-A, antes da alta, para identificar também as perdas retrococleares e o espectro da neuropatia auditiva, mais prevalentes nesse grupo. No IRDA2, o teste é considerado falha se estiver alterado mesmo que em um único procedimento.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.3.1)Qual é o protocolo de teste para cada grupo de risco?
± I± ‡´˜ãû•2 !�#‹qq
d$EWm((bq__ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Quais são os indicadores de risco do grupo IRDA2?Os associados à perda retrococlear e ao espectro da neuropatia auditiva (que também podem cursar com perda coclear): permanência na UTI neonatal por mais de cinco dias; peso ao nascer menor que 1.500 g; hiperbilirrubinemia com exsanguineotransfusão; ECMO; ventilação mecânica por mais de cinco dias; anóxia grave (Apgar 0 a 4 no 1º minuto ou 0 a 6 no 5º minuto); encefalopatia hipóxico-isquêmica; hemorragia periventricular. Na infância: distúrbios neurodegenerativos, como ataxia de Friedreich e doença de Charcot-Marie-Tooth.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 3 Contextualização)Quais são os indicadores de risco do grupo IRDA2?‰/´˜ãû•0 !�#�/q
Jok!1sA<72_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Quais são os indicadores de risco do grupo IRDA1?Os associados à perda auditiva coclear: infecções congênitas do grupo STORCH+Z (sÃfilis, toxoplasmose, rubéola, citomegalovÃrus, herpes e sÃndrome congênita do vÃrus Zika), mesmo com diagnóstico ainda em investigação; uso de medicações ototóxicas; anomalias craniofaciais do primeiro e segundo arcos branquiais com envolvimento de orelha e osso temporal (microtia ou atresia, apêndice pré-auricular, fÃstula ou coloboma auricular, fenda labiopalatina, microcefalia congênita ou hidrocefalia adquirida); hereditariedade (surdez genética na famÃlia). Na infância: sÃndromes genéticas que costumam cursar com perda auditiva (Usher, Waardenburg, Alport, Pendred), infecções bacterianas ou virais pós-natais (meningites, sarampo, rubéola, varicela, caxumba), traumatismo cranioencefálico e quimioterapia.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 3 Contextualização)Quais são os indicadores de risco do grupo IRDA1?‡x´˜ãû•. !�#Œ‚
b5%G`zxlD2_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Parto domiciliar, maternidade sem TAN ou lactente que chega à consulta com mais de um mês sem ter feito o teste: qual é a conduta?No parto domiciliar e na maternidade que ainda não estruturou a TAN, a triagem é feita dentro do primeiro mês de vida em centros de referência ou ambulatórios especializados, e a APS responde pelo referenciamento. A partir de um mês de vida não se trata mais de triagem neonatal: a APS ou o pediatra encaminha ao serviço especializado ou CER, que decide se fará triagem ou avaliação diagnóstica, e o encaminhamento não deve pedir um único procedimento isolado, como o PEATE.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.1 e 4.5.2)Parto domiciliar, maternidade sem TAN ou lactente que chega à consulta com mais de um mês sem ter feito o teste: qual é a conduta?
€ îà÷ € „o´˜ãû•: !�#‡+u
B0qnSrY5}&_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Como contar a idade do prematuro nos prazos do guia?Pela idade corrigida, sobretudo no acompanhamento, no monitoramento e na avaliação do desenvolvimento da audição e da linguagem. Os marcos do Anexo A (OMS 2006) também devem ser lidos pela idade corrigida no prematuro.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.3.2 (orientações complementares) e Anexo A)Como contar a idade do prematuro nos prazos do guia?‰a´˜ãû•8 !�#��w
FpAhH&lv[W_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 No monitoramento do bebê que passou na TAN mas tem risco, quando fazer a avaliação, segundo o Anexo B (JCIH 2019)?UTI por mais de 5 dias, hiperbilirrubinemia com nÃvel de exsanguineotransfusão e asfixia ou encefalopatia hipóxico-isquêmica: aos 9 meses. ECMO: no máximo 3 meses após a ocorrência e depois a cada 12 meses até os 3 anos. CitomegalovÃrus congênito: no máximo 3 meses após e depois a cada 12 meses até a idade escolar. Malformações craniofaciais e sÃndromes com limiares atÃpicos: aos 9 meses. Meningite ou encefalite: no máximo 3 meses após e depois a cada 12 meses até a idade escolar. Trauma craniano significativo e quimioterapia: no máximo 3 meses após o evento. Preocupação do cuidador com audição, fala, linguagem ou desenvolvimento: referência imediata. Intervalos mais curtos valem sempre que houver preocupação dos pais.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção Anexo B)No monitoramento do bebê que passou na TAN mas tem risco, quando fazer a avaliação, segundo o Anexo B (JCIH 2019)?ˆ´˜ãû•6 !�#�+�!
gy/WJfgf|K_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 O bebê passou na TAN. O que muda no seguimento conforme o grupo de risco?Sem IRDA e IRDA1: acompanhamento do desenvolvimento da audição e da linguagem na APS, nas consultas de puericultura, com os marcos da Caderneta da Criança; os pais são orientados a procurar a APS diante de comportamento atÃpico. IRDA2: monitoramento no serviço especializado ou CER até a idade escolar, com avaliações auditivas periódicas conforme o JCIH 2019 (Anexo B), mesmo que o desenvolvimento pareça adequado; na alta, os pais já saem com o encaminhamento definido e sabendo qual instituição ficará responsável. Quem não mostra atraso no monitoramento é contrarreferenciado para a APS.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.3.1, 4.3.2 e 4.5.2.1)O bebê passou na TAN. O que muda no seguimento conforme o grupo de risco?ˆ
´˜ãû•4 !�#��C
Px^j1<,+WZ_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Qual é a lógica da divisão em IRDA1 e IRDA2, e por que o PEATE-A entra no segundo grupo?O guia agrupa os indicadores conforme o tipo de perda a que se associam: coclear (IRDA1) ou retrococlear e espectro da neuropatia auditiva (IRDA2). As emissões otoacústicas não identificam perda retrococlear nem neuropatia auditiva, por isso o IRDA2 recebe também o PEATE-A, procedimento de escolha para identificar o espectro da neuropatia auditiva, cujo principal indicador de risco é a permanência na UTI neonatal. O indicador define o protocolo da triagem e também a conduta diante do passa: acompanhamento na APS ou monitoramento no serviço especializado.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 3 Contextualização, 4.2 e 4.3.1)Qual é a lógica da divisão em IRDA1 e IRDA2, e por que o PEATE-A entra no segundo grupo?
ß ½Pß ˆi´˜ãû•@ !�#��
Hw[)KS.Dl4_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Quais são os indicadores de qualidade de um programa de TAN?Cobertura de pelo menos 95% dos nascidos vivos, com meta de 100%; triagem dentro do primeiro mês (ou o quanto antes, de preferência até o terceiro mês, nos bebês com longa internação); reteste até o 15º dia; encaminhamento para diagnóstico entre 2% e 4% dos triados; comparecimento ao diagnóstico de pelo menos 90% dos encaminhados, com diagnóstico concluÃdo até os 3 meses; terapia fonoaudiológica em 95% dos confirmados com perda permanente unilateral ou bilateral, assim que concluÃdo o diagnóstico; AASI em 95% dos confirmados com perda maior que 30 dB, no prazo de um mês após o diagnóstico; e fluxo estruturado para implante coclear e prótese ancorada no osso. Crianças com perda leve iniciam terapia e mantêm monitoramento.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.1)Quais são os indicadores de qualidade de um programa de TAN?ˆe´˜ãû•> !�#ŽK�?
vZ}25x4:u^_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Confirmada a perda auditiva sensorioneural, quando começar a intervenção e com o quê?Imediatamente, em perda unilateral ou bilateral de qualquer grau. O ideal é começar até os 6 meses de idade; a meta flexÃvel para redes em estruturação não passa de 1 ano. As opções apresentadas à famÃlia são a terapia fonoaudiológica com tecnologias auditivas (AASI, implante coclear, prótese auditiva ancorada no osso) e os recursos de acessibilidade (microfone remoto e sistema FM); a quem não opta ou não tem condição clÃnica ou anatômica para essas tecnologias, apresenta-se a opção educacional com Libras. O aconselhamento é centrado na famÃlia, e a reavaliação audiológica é periódica, para verificar progressão da perda e benefÃcio da reabilitação.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.5.2.2)Confirmada a perda auditiva sensorioneural, quando começar a intervenção e com o quê?ˆ;´˜ãû•< !�#Ž�/
J(6C+=5)q7_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 O que o diagnóstico audiológico precisa responder, e qual princÃpio o orienta?Se existe perda auditiva; em uma ou nas duas orelhas; o tipo (condutiva, sensorial ou neural); o grau (leve, moderada, severa ou profunda); e a audibilidade na faixa dos sons de fala, de 500 Hz a 4 kHz. Segue o princÃpio do cross check: nenhum procedimento isolado define o diagnóstico, que combina exames eletrofisiológicos, eletroacústicos e comportamentais, incluindo a timpanometria para avaliar a orelha média. O primeiro trimestre é a janela para exames em sono espontâneo; quando o PEATE com clique e frequência especÃfica não for possÃvel assim, o território garante sedação em hospital de referência, sobretudo até os 2 anos e meio.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.5.2.1 e 4.7)O que o diagnóstico audiológico precisa responder, e qual princÃpio o orienta?
ó ãó ‡h´˜ãû•F !�#��
c]iyg.$kJa_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 O que o guia recomenda sobre a audição na idade escolar?Triagem auditiva no inÃcio do ensino fundamental e monitoramento anual de todos os escolares, ou diante de queixa do professor, com programas também na educação infantil: cerca de 30% das perdas auditivas se desenvolvem nos primeiros anos da infância, e os pais identificam cerca de 70% dessas crianças. Os problemas mais comuns são reversÃveis (cerume, corpo estranho, otite média serosa). Otite média secretora confirmada que persiste por mais de três meses é encaminhada ao otorrinolaringologista para tubos de ventilação. Perda flutuante pode gerar alteração do processamento auditivo e mau desempenho escolar.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.9)O que o guia recomenda sobre a audição na idade escolar?Š ´˜ãû•D !�#‘'�Y
f*gnYGw}(a_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Como a APS acompanha a audição e a linguagem no primeiro ano, e quais são os marcos de referência?Nas consultas de puericultura: sete no primeiro ano (primeira semana, 1, 2, 4, 6, 9 e 12 meses), depois aos 18 e 24 meses e, a partir daÃ, anuais. O agente comunitário deve perguntar à famÃlia se a criança ouve bem, e o guia cita o questionário validado de acompanhamento do primeiro ano e os aplicativos Agente Escuta e Escuta Infantil. Marcos (OMS 2006, Anexo A): recém-nascido, acorda com sons fortes; 0 a 3 meses, acalma com sons moderadamente fortes e músicas; 3 a 4 meses, presta atenção aos sons e vocaliza; 6 a 8 meses, localiza a fonte sonora e balbucia; 12 meses, primeiras palavras e ordens simples; 18 meses, pelo menos seis palavras; 2 anos, frases de duas palavras; 3 anos, sentenças. Suspeita de perda em qualquer idade, mesmo com TAN normal, leva à avaliação audiológica.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.5.1.1, 4.3.2 (orientações complementares) e Anexo A)Como a APS acompanha a audição e a linguagem no primeiro ano, e quais são os marcos de referência?‡m´˜ãû•B !�#��
D+54<`8%mm_ÎÞ+jäz’ÿ atualizacoes-2026 triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 Como a TAN é registrada e faturada no SUS, e quem pode executá-la?O resultado do teste e do reteste, e a conduta (acompanhamento na APS, monitoramento, reteste com data, ou encaminhamento para diagnóstico), vão para a Caderneta da Criança, o prontuário e o resumo de alta. Desde outubro de 2010 a triagem é registrada separando teste e reteste; na tabela SUS há quatro procedimentos, dois de emissões otoacústicas e dois de potencial evocado (teste e reteste de cada). O registro é por BPA individualizado no ambulatório ou como procedimento secundário da AIH no hospital. Profissionais autorizados: fonoaudiólogo, pediatra, clÃnico e otorrinolaringologista.Triagem auditiva neonatal (guia MS 2025). mateuscavarzan.com/atualizacoes/triagem-auditiva-neonatal-guia-ministerio-da-saude-2025 (seção 4.6.3 e 4.6.4)Como a TAN é registrada e faturada no SUS, e quem pode executá-la?PK Y^]C¿¦£ media{}PK Y^]@Nlð @ @ €� collection.anki2PK Y^]C¿¦£ €.@ mediaPK q S@